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Fiat Argo custa R$ 46.800 na versão de entrada e R$ 70.600 na topo

Novo hatch chega em 7 versões de acabamento e quer ser líder de novo

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O Fiat hatch Argo chegou. O mais importante lançamento da marca para este ano foi finalmente apresentado ao mercado. O modelo hatch com o qual a Fiat espera surpreender os concorrentes diretos Chevrolet Onix e Hyundai HB20 chega em sete versões de acabamento, três motorizações e dois câmbios. O Argo hatch começa a ser comercializado no mercado com preços a partir de R$ 46.800 para a versão de entrada 1.0 com câmbio manual de 5 velocidades e fecha em R$ 70.600 para a topo da linha, a esportiva HGT 1.8 com câmbio automático de 6 marchas.

O novo compacto da Fiat, substituto do Punto e Bravo, que já não são mais produzidos, e das versões mais caras do Palio, é um projeto totalmente novo. O modelo é produzido sob a nova plataforma MP1, derivada do Punto, a qual servirá de base para lançamentos de futuros de três novos veículos da marca, como a de um novo modelo sedã, que deve ser lançado no segundo semestre,  de um  utilitário esportivo e de uma nova picape. Durante a apresentação do Argo, a FCA anunciou que o lançamento já estava à disposição nas revendas para comercialização.

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A chegada do Argo ao mercado foi precedida de muita expectativa, uma vez que o hatch era aguardado como o principal lançamento da Fiat para 2017. O Argo surpreendeu pelo design com referências italianas, de linhas marcantes e fluídas, o que a Fiat define de contornos envolventes. O interior parece ter sido pensado em cada detalhe. O painel bem estruturado posiciona os controles de fácil acesso aos botões de comandos e um pedacinho do saudoso Alfa Romeo está presente na semelhança das três saídas de ar instaladas no painel.

Num rápido contato com o carro na versão 1.8 HGT, manual, rodando pelas ruas de São Paulo, colhemos impressões boas do novo modelo. Bastante confortável, a versão testada correspondeu também de forma surpreendente na dirigibilidade, na maciez da direção, no espaço interno com seus 2.806 litros de área, o maior habitáculo da categoria, pelo motor 1.8 silencioso e que trabalha com disposição e agilidade no trânsito. Ele deixa evidente nas acelerações a disponibilidade de torque alto e com o motor em baixas rotações e oferece uma perfomance excelente.

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 O fabricante disse em bom tom que este é o melhor hatch já produzido no Brasil, considerando sua beleza, espaço interno, conjunto mecânico e os equipamentos de segurança e tecnologia. O Argo tem a missão de fazer com que a Fiat retome a liderança do mercado no segmento dos hatchs, perdida para o Onix, lider absoluto dos últimos três anos, e para o HB20. Daí, a confiança na afirmação da cúpula da FCA quanto a capacidade do Argo em retomar o lugar que a Fiat defendeu por anos seguidos. Outros concorrentes do novo hatch, mas que não exigem muita munição para mantê-los distantes, são o Volkswagen Fox e o Toyota Ethios.

O Argo de entrada, na versão Drive 1.0 de 77 cv, com câmbio manual de cinco, custa R$ 46.800. Outras duas versões Drive são equipadas com motor 1.3, com câmbio manual e automatizado GSR de 5 velocidades e custam R$ 53.900 e 58.900, respectivamente. A versão  Precision, manual e automática, ambas com transmissão de 5 velocidades, com motor 1.8,  tem preço de R$ 61.800 e R$ 67.800, respectivamente.

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No topo da linha estão as versões esportivas 1.8 HGT, manual, por 64.800, e a automática, de 6 marchas, por 70.600. A Fiat traz também, mas com chegada prevista para o final deste mês de junho, a versão especial Opening Edition Mopar, limitada a 1.000 mil unidades. Esta não teve seu preço anunciado.

O motor 1.0 de três cilindros Firefly da versão de entrada Drive rende de 77 cv e 10,9 kgfm de torque, abastecido com etanol. Por sua vez, o 1.3 de quatro cilindros,  também da mesma família, tem 109 cv e 14,2 kgfm de torque, com etanol. Esses dois propulsores trazem nota A no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular e também estão entre os mais fortes do segmento. Mas se o assunto é desempenho, o motor 1.8 E.torQ Evo VIS das versões Precision  e HGT do Argo, é o mais potente do segmento, com seus 139 cv a 5.750 rpm e torque máximo de 19,3 kgfm a 3.750rpm (ambos com etanol).

O consumo de combustível aferido para as versões do Argo são: Drive 1.0(com etanol, 9,9 na cidade e 10,7 na estrada e com gasolina 14,1 na cidade e 15,1 na estrada); Drive 1.3 manual (com etanol, 9,2 na cidade e  10,2 na estrada e com gasolina 12,9 na cidade e 14,3 na estrada; Drive 1.3 GSR (com etanol, 8 na cidade e 10 na estrada e com gasolina 12,7 na cidade e 14,4 na estrada. Para as versões Precision e HGT, equipadas com motor 1.8, com câmbio manual, o consumo verificado é de 8 na cidade é de 9,6 na estrada, com etanol, enquanto que com gasolina os números indicam 11,5 na cidade e 13,8 na estrada. Essas duas com câmbio automático consomem 7,1 na cidade e 9,5 na estrada, com etanol, e  10,1 na cidade e 13,2 na estrada, com gasolina.

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Desde a versão de entrada, o Argo oferece de série direção elétrica progressiva, ar-condicionado, display de alta resolução no quadro de instrumentos, banco do motorista com ajuste de altura, cintos de segurança retráteis de três pontos para todos os ocupantes, sistema Start&Stop, ISOFIX, travas elétricas e vidros dianteiros com acionamento elétrico.

A versão Drive 1.3, maual, ganha ainda como equipamentos o sistema de monitoramento da pressão dos pneus, central multimídia de 7 polegadas, com tela em HD, sensível ao toque, e compatível com os sistemas Apple CarPlay e Android Auto, volante com comandos do rádio e telefone e 2ª porta USB para o passageiro traseiro.

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Já o 1.3 GSR, cuja transmissão é acionada por botões no console, traz todos os equipamentos do 1.0 e da sua versão manual o Controle de Tração (TC), Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC) e sistema Hill-Holder, que evita que o carro se mova em breves paradas com inclinação, paddle shifts no volante, função Auto-Up Shift Abort,  ambient lights,  controle de velocidade de cruzeiro, apoia braço para o motorista, vidro elétrico traseiro e retrovisores externos elétricos com função tilt down e repetidores laterais.

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A versão Precision manual traz na lista de itens de série, sistema de alarme antifurto, faróis de neblina, faróis com luz de posição a LED, rodas de liga leve com aro 15 e banco traseiro bi-partido 60/40. Enquanto isso, a versão automática do Precision  inclui controle de velocidade de cruzeiro, apoio de braço para o motorista, volante revestido em couro e ambient lights.

Combinando visual esportivo com performance, a versão HGT, em suas configurações manual e automática, vêm completa. Basicamente, só diferem em termos de acabamento e equipamentos de segurança pela transmissão.  O estilo esportivo dessa versão é marcante. Oferece itens exclusivos, como o display multicolorido de 7 polegadas de alta definição e personalizável no quadro de instrumentos. Externamente ele se diferencia por grade dianteira inferior com acabamento vermelho, spoilers no para-choque, moldura preta na parte inferior da lateral e nas caixas de roda, ponteira de escapamento trapezoidal cromada, rodas de liga leve aro 16 e uma calibração de suspensão mais esportiva.

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Por dentro também há detalhes exclusivos, como o revestimento vermelho na parte central do painel. Também traz como diferencial uma calibração de suspensão e controle de estabilidade voltada para uma condução mais esportiva. A exemplo das demais versões equipadas com câmbio automático, a HGT com essa transmissão possibilita trocas com recheio adicional de esportividade pelos paddle shifts junto ao volante, além do conforto do controle de velocidade e do apoio de braço para o motorista.

 

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