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Ford retoma a liderança nos segmentos nos segmentos de caminhões leves e semileves

A Ford Caminhões retomou a liderança do mercado de caminhões leves e semileves em abril, posição que manteve durante 2015. O desempenho nesses dois importantes segmentos também contribuiu para a marca registrar o seu melhor resultado mensal no ano, com 16,3% de participação, um crescimento de 2,2 pontos porcentuais...
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Modelo Cargo 816 teve participação de 30,7% no segmento dos leves

A Ford Caminhões retomou a liderança do mercado de caminhões leves e semileves em abril, posição que manteve durante 2015. O desempenho nesses dois importantes segmentos também contribuiu para a marca registrar o seu melhor resultado mensal no ano, com 16,3% de participação, um crescimento de 2,2 pontos porcentuais comparado a março.

A  marca foi a única a crescer no segmento de caminhões leves no mês, com 30,7% de participação. Ela conta com três modelos nessa faixa de peso: o Cargo 816 (foto), veículo mais tradicional da categoria, o Cargo 1119, que oferece a maior capacidade de carga, e o F-4000, o único com a opção de tração 4×4.

O modelo Ford F-350 liderou o segmento de caminhões semileves em abril, com 40% de participação, desenhando uma curva progressiva de vendas no primeiro quadrimestre do ano. “Esses resultados são muito importantes, especialmente dentro do atual momento de extrema competitividade do mercado, que destaca as vantagens e o custo-benefício dos nossos produtos”, diz Flávio Costa, supervisor de Marketing e Vendas da Ford Caminhões.

Com a nova lei editada na cidade de São Paulo, que aumenta de 6,30 para 7,20 metros o comprimento máximo de caminhões da categoria VUC (Veículo Urbano de Carga), que podem circular em áreas com restrições, a Ford passa a oferecer novas opções de veículos nessa classificação. A medida entra em vigor a partir de 9 de maio. O Cargo 816, que já dispõe da versão VUC com distância entre-eixos de 2,80 m, vai oferecer também a de 3,90 m. O Cargo 1119 com entre-eixos de 3,90 m também estará enquadrado, para aplicações que exigem maior capacidade de carga.

“A nova lei de VUCs traz mais flexibilidade para a distribuição de cargas dentro da cidade. Ela vai otimizar o aproveitamento da frota e pode também contribuir para melhorar o trânsito, reduzindo o número de viagens”, completa Costa.

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